Golpistas se passam por funcionários do INSS para obter dados pessoais

Golpistas entram em contato com beneficiários do INSS – o Instituto Nacional de Seguro Social, por meio do telefone, e-mail ou mensagem, para roubar dados pessoais das vítimas. Aline Sanchez, gerente da Serasa, entidade que reúne dados fornecidos por bancos e financeiras, explica que os criminosos têm se passado por atendentes do Instituto, ou do banco pagador do benefício, para solicitar dados pessoais, de cartão de crédito e senhas. blankblank

Se o aposentado passar as informações para o falso atendente, o criminoso poderá cometer fraudes usando o nome do segurado. Também há risco de os dados serem usados para solicitar crédito em nome da vítima. Nesse caso, o dinheiro vai cair na conta do segurado e as parcelas com juros também.

Para o golpista, a vantagem seria embolsar as comissões por, supostamente, intermediar o empréstimo.

Outro golpe comum é a cobrança de uma falsa taxa administrativa que acaba sendo paga por boleto ou transferência bancária direto na conta do criminoso.

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Aline Sanchez explica que muito golpistas usam informações verdadeiras, por exemplo, sobre antecipação de benefícios, para solicitar as transferências de valores.

Para evitar o golpe, a Serasa orienta os beneficiários a manterem os dados atualizados no site “Meu INSS”, na plataforma gov.br, ou por meio do telefone 135. Além disso, não atender solicitações de dados por e-mail, mensagem ou telefone e jamais compartilhar login e senha.

O número de SMS usado pelo INSS é apenas o 280-41. E em caso de convocação feita pelo INSS, ela pode ser confirmada na plataforma gov.br.

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