Bairro da cidade recebe ação educativa do Programa de Combate à Dengue neste sábado

O combate ao mosquito Aedes aegypti é uma missão que só pode ser feita com o apoio comunidade. Diante disso, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Criciúma, por meio do Programa de Combate à Dengue, desenvolve ações de conscientização para a população.

As atividades são feitas, principalmente nas áreas mais críticas identificadas pelo setor, com o apoio dos meios de comunicação, como rádio e televisão. Além disso, são realizadas ações educativas nas escolas públicas municipais e estaduais anualmente. Neste sábado a ação está programada para ocorrer em área delimitada no bairro Próspera, conforme a imagem abaixo.

Entre às 8h e o meio-dia, a equipe de profissionais irá realizar o recolhimento de móveis, lixo eletrônico, cascas de coqueiros ou bananeiras, embalagens vazias, pneus, galões, baldes, latas e caixas de água em desuso, e que estejam acumulando água. Serão executadas visitas orientativas e entrega de material educativo, além do levantamento de terrenos baldios, carentes de limpeza e manutenção para a notificação dos responsáveis.

As atividades ocorrem tanto nas escolas, quanto no CCZ, onde os alunos podem assistir palestras, teatros e participar de atividades dinâmicas no Laboratório de Entomologia. “Em vista da suspensão das aulas, em virtude da pandemia pela Covid-19, estas atividades também precisaram ser adiadas, mas pretendemos retomá-las no segundo semestre com o retorno das aulas”, salienta a médica veterinária do CCZ, Mayara Vieira Tizatto.

Porém, as ações essenciais não foram paralisadas. Os agentes de combate às endemias (ACS) seguem realizando os monitoramentos semanais nas 601 armadilhas distribuídas nos bairros de Criciúma e os monitoramentos quinzenais em 165 pontos estratégicos cadastrados. “Quando da detecção de focos do vetor, são realizadas visitas domiciliares no raio delimitado em torno do foco, restringindo-se à área externa (frente, lados e fundos do quintal ou terreno), respeitando-se a distância mínima de dois metros”, explicou.

Além disso, os profissionais utilizam os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e de identificação, como: luvas, máscaras, coletes e crachás. Quando se trata de moradores do grupo de risco da Covid-19, conforme cada caso, as vistorias não são realizadas, fornecendo-se apenas orientações a uma distância segura ou por através de interfone, de acordo com a Nota Informativa nº 8/2020-CGARB/DEIDT/VSV, do Ministério da Saúde, de 26 de março de 2020.

Em mais uma das ações, em fevereiro, os agentes de combate às endemias juntamente com os agentes comunitárias de saúde, promoveram mais uma ação de conscientização de porta em porta nas áreas em torno dos focos detectados nos bairros Nossa Senhora da Salete e Próspera. Foi realizada uma vistoria ambiental para detectar recipientes armazenados ou descartados de forma incorreta, orientação para responsáveis do imóvel e entrega de material informativo.

Segundo Mayara, a apesar das medidas adotadas pelo município, a população é a principal responsável pelas mudanças. “Tirando 10 minutinhos do seu tempo, uma vez por semana, para ser o fiscal da sua casa e corrigir os problemas encontrados, só assim conseguiremos, juntos, proteger a nossa saúde, de nossa família e de nossos vizinhos”, ressalta.

 

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on telegram
Telegram
Share on email
Email