Confira quantas pessoas passaram pelo monitoramento da Covid-19 via WhatsApp no município

Completando um pouco mais de um mês, o monitoramento via WhatsApp de pacientes suspeitos e positivados de Covid-19 já atendeu mais de duas mil pessoas. Mais de 174 mil mensagens foram enviadas entre os usuários, robôs (chatbot) e a equipe multiprofissional da Secretaria Municipal de Saúde. Além disso, 247 usuários precisaram utilizar o atendimento médico.

O novo método visa acompanhar o estado do paciente no período de dez dias, que é o prazo inicial para o isolamento. Como ocorreu com a médica Daniela Guedes, que foi monitorada pelo sistema do dia 19 a 25 de abril. “Eu achei o serviço espetacular, o atendimento que eu tive foi nota mil e tiveram muito zelo durante o período de monitoramento”, ressaltou a médica.

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O número que entra em contato com os usuários é da própria secretaria. O gerente da Vigilância em Saúde de Criciúma, Samuel Bucco, ressalta a importância de responder as mensagens durante o período de dez dias. “Não pedimos dados pessoais dos pacientes, somente informações do seu estado de saúde. Ficamos muito felizes, pois percebemos adesão da população no uso da ferramenta”, ressaltou.

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O órgão municipal já ampliou o monitoramento nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Além da Quarta Linha, Santa Luzia, Pinheirinho, Centro, Renascer, Rio Maina e São Sebastião, o sistema também está na Mãe Luzia, São Defende e Cidade Mineira Nova.

“Para o paciente é bem importante por causa da comunicação. Aqui, conseguimos fazer alguns direcionamentos, como tirar dúvidas e ser mais certeiros com os sintomas. Alguns pacientes acham que o sintoma vai passar ou espera melhorar, mas, na verdade, é um sinal de alerta que ele precisa ir ao Centro de Triagem ou passar pelo médico”, explicou a coordenadora do TeleCovid, Cecília Rios.

Como funciona

No período de isolamento, caso a pessoa apresente alguma intercorrência será encaminhada para o TeleCovid. Na central, uma equipe multiprofissional realiza os atendimentos, no caso agravamento da situação será acionado um médico de plantão, que seguirá condutas necessárias para prestação de assistência à saúde desse paciente.

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As pessoas que não responderem ou não possuírem acesso ao aplicativo, o monitoramento será por meio de ligações pelo telefone ou, caso não atendam, será feita a busca ativa pelas agentes comunitárias de saúde (ACS). A Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI) é parceira da secretaria na implementação do projeto.

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