Passeio educativo pelo Sistema Solar é a proposta de projeto do IFSC de Criciúma

Escolas interessadas num passeio educativo pelo Sistema Solar podem procurar os professores de Física do Câmpus do IFSC de Criciúma ou o projeto IFSC Portas Abertas para agendamento de visitas. O projeto “A transformação do espaço do Câmpus em ambiente não formal de educação e seu impacto no processo de ensino-aprendizagem: o Sistema Solar em escala no Câmpus Criciúma”, desenvolvido pelo professor de Física, Orlando Gonelli Neto tem por finalidade abordar o ensino da Astronomia de forma não convencional, para além do formalismo das salas de aula.

Desde os últimos dias de julho, está instalada uma versão em escala do Sistema Solar. O sol fica logo na entrada do estacionamento do Câmpus, à esquerda de quem passa pelo portão. Ali perto estão Mercúrio, Vênus e a Terra. Mais adiante, num canteiro em meio às vagas para os carros, desponta Marte. Júpiter está ao lado da cantina. No outro extremo do Câmpus, próximo ao ginásio, fica Saturno.

Os planetas do Sistema Solar estão representados por totens distribuídos na escala 1 : 6.200.000.000. Ou seja, a cada um metro percorrido no pátio do Câmpus, o viajante percorre 6,2 milhões de quilômetros no espaço sideral. Para se ter uma ideia, a Terra está a 150 milhões de quilômetros do Sol, o que representa 24 metros na escala do Câmpus (os números foram arredondados). Cada totem conta com informações sobre o planeta e uma esfera, também em escala, que mostra o tamanho dele e de suas luas.

“A principal atração do passeio é termos respeitado a escala de distância e diâmetro dos astros, com o Sol e Saturno nos extremos do campus. Isso proporciona uma visão realista da vastidão do espaço. No interior de cada resina existe uma esfera que representa o planeta e luas, respeitando a escala do câmpus”, afirma Neto, responsável pelo projeto de pesquisa.

“Ele é fruto de um projeto de pesquisa que visa . Ao interagir com as maquetes, o visitante experimenta um passeio pelos principais astros do Sistema Solar visíveis a olho nu e conhecidos desde a antiguidade”, explica o professor. A intenção do projeto é monitorar como os alunos interagem com os totens e avaliar a possibilidade de transformar o Câmpus em um ambiente de ensino não formal. A inspiração veio de iniciativas semelhantes realizadas no Câmpus São Carlos da Universidade de São Paulo (USP) e na avenida Beira-Mar de Florianópolis.

Os totens foram fabricados no próprio Câmpus, com auxílio do técnico de laboratório Marcio Adams. O projeto também conta com a participação dos bolsistas João Vitor Alves Rocha e Gustavo Garcia, alunos do terceiro ano do curso técnico em Química. O projeto ficará em exposição ao longo do segundo semestre para coleta dos dados.

Informações e agendamentos podem ser feitos pelo telefone: (48) 3462-5000

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